<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>

<rss version="2.0"
 xmlns:blogChannel="http://backend.userland.com/blogChannelModule"
>

<channel>
<title><![CDATA[WAGNER's FotoPage -  - Fotopages.com]]></title>
<link>http://wagnermoloch.fotopages.com/</link>
<description><![CDATA[]]></description>
<pubDate>Sat, 19 May 2012 13:31:18 GMT</pubDate>
<lastBuildDate>Sat, 19 May 2012 13:31:18 GMT</lastBuildDate>

<image>
<title><![CDATA[]]></title>
<url>http://www.fotopages.com/images/rss_logo.gif</url>
<link>http://www.fotopages.com/</link>
<width>40</width>
<height>60</height>
</image>
<item>
<title><![CDATA[Minha visita e relato sobre a Pedra do Ingá.]]></title>
<description><![CDATA[Em uma viagem tive o privilégio de conhecer a linda João Pessoa, e nesta viagem não poderia deixar de conhecer a famosa Ingá, cidade a 109 km de João Pessoa e a 46 km de Campina Grande, com acesso pela BR -230, tem uma das mais intrigantes inscrições rupestres no mundo. O lugar  é um monumento arqueológico de encher os olhos, uma pedra  em gnaisse lavrado de 18 metros de comprimento por 2,8 metros de altura em sua parte mais alta, com inúres inscrições que nos remete as mais variadas idéias sobre a natureza das mesmas, alguns afirmam ser o registro de algumas civilizações primitivas de outros continentes pelo local, outros atribuem a alguma simbologia extraterrena, pode se pensar até mesmo que aquilo nem precise ter algum significado tão espetacular assim, sendo apenas um artista primitivo apenas exteriorizando suas idéias, ou mesmo algum tipo de controle da tribo local, algumas até se parecem com ossos e orgãos internos sendo estudados, meras especulações, como tudo que pode ser falado sobre o local. Em meu ponto de vista, vou fazer algumas relações( por mais mirabolantes que sejam) sobre algumas imagens que ví no local.
Na parte do piso em frente onde fica todas as inscrições verticais, existem algumas perfurações, com riscos expandindo do centro para as laterais, ao mais ligado em conhecimento astronômico e com a mente um pouco mais livre para se fazer paralelos com suas visões, pode ver alí nítidamente crateras lunares, até mesmo o tipo de solo já ajuda nessa visão, observáveis apenas com instrumentos óticos com um alcance considerável, ou seja, impossível a olho nú. Como? tiveram acesso a uma luneta ou binóculo no passado?  impossível lógicamente, não quero induzir idéias aqui, apenas peço para que observem e imaginem, apenas. Uma possível representação do sol está na parte mais alta do muro de pedra, assim se imagina como sol, ou poderia ser um ponto de luz muito forte que observavam sobrevoando a região? bom, me desculpem novemante pela indução de idéias. Inscrições em forma de elipses lembrando banstante a nossa galáxia, dona Via Láctea. Perfurações de cerca de 50 cm de diâmetro em média nas pedras atrás da pedra com as inscrições, onde já deve ter sido uma grande corredeira, profundas, perfeitas, não posso afirmar se seriam alguma formação natural, mas intrigantes, parecendo ter sido feitas por um ponto de vista até mais alto, com um instrumento único. Outra bastante intrigante também é uma imagem semelhante a um avião, e melhor que isso, um avião quebrando a barreira do som, cerca de 1.226 km/h ou 340,5m/s (Mach 1) , com aquele arco gasoso em sua parte traseira,a onda de som comprimindo a humidade do ar, e ao lado um hominídeo acenando para o mesmo, ou apenas depositado ao lado, com ainda outro "avião" ao lado, mas sem o arco, um espada ou crucifixo de ponta cabeça, algumas possíveis frutas, e assim se segue essas imagens que trabalham tanto a nossa imaginação, e afirmo aqui que em umas das fotos que tirei do local, captei um possível esfera sobrevoando a localidade, ou apenas uma mancha na lente, lembrando que apenas uma das tantas fotos que tirei estava com essa esfera.
Muitos brasileiros e mesmo pessoenses não conhecem o lugar mesmo por nome, uma pena pois é tão intrigante quanto a tão famosa Machu Pichu ou mesmo Stonehenge. Mas o grande pesar é o museu que lá se encontra, com um verdadeiro aspecto de abandono, parecendo um quartinho de fundo, as imagens de parede todas mofadas, tudo sob muita poeira, um lugar que corre até o risco de saque pelos ladrões de fósseis, uma vez que não tem segurança devida, e ainda sofre com a depredação humana de alguns que passam pelo local deixando sua sujeira e seu nome grafado em alguma pedra, identificando o bronco imprudente que presta esse desserviço cultural.  Enfim, aqui fica o convite aos leitores para a apreciação e popularizações de nosso patrimônio histórico, que tanto precisa de nosso apoio, e estudo mais detalhado sobre esse patrimônio da humanidade.

Texto e fotos  por...
Wagner Moloch

PS: Menos a do avião rompendo a barreira do som, apenas um exemplo.
]]></description>
<guid isPermaLink="true">http://wagnermoloch.fotopages.com/?entry=1520495</guid>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[SÃO PAULO COMPLETA 453 COM CORPINHO DE 452 ...PARABÉNS !
DETALHE : ETERNA TERRA DE LOUCOS HAHAHA


São Paulo, é
Uma cidade opaca de aspecto cinzento
É o reflexo do excesso de cimento
Mesmo plantando muitos espigões
Ela nos remete a um mundo de paixões
Nos seus mirantes, cheio de amantes
Todos a olhar, estáticos como antes
A ver uma cidade que, mesmo poluída
Conserva sua arquitetura ainda colorida
Por muita gente bastante amada
Por outros tantos muito invejada
A cidade que só conhece o progresso
Detesta ouvir a palavra retrocesso
Esta cidade que não nega seu quinhão
Recebe de Brasília, um mero torrão
São Paulo é uma cidade sem preconceito
Mas exige que com ela se tenha mais respeito
São Paulo recebe de braços abertos, os ousados
Mas eles tem que ter passos apressados
São Paulo gosta daquele que pega no breu
Mas por favor, preste bastante atenção 
Não gostamos que cuspa no prato que comeu

Mário Lopomo]]></description>
<guid isPermaLink="true">http://wagnermoloch.fotopages.com/?entry=1059172</guid>
<pubDate>Sat, 27 Jan 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[SÃO THOMÉ DAS LETRAS...
PÚBLICO PACATO E RECEPTIVO, RECOMENDO A TODOS, BOA COMIDA, BOA BEBIDA...
NADA MAIS A DIZER, APAREÇAM POR LÁ.

  WAGNER MOLOCH]]></description>
<guid isPermaLink="true">http://wagnermoloch.fotopages.com/?entry=1049509</guid>
<pubDate>Wed, 17 Jan 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imagens.]]></title>
<description><![CDATA[]]></description>
<guid isPermaLink="true">http://wagnermoloch.fotopages.com/?entry=632040</guid>
<pubDate>Tue, 29 Nov 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[ENFIM...NOVIDADES !
E MAIS TRABALHOS.]]></description>
<guid isPermaLink="true">http://wagnermoloch.fotopages.com/?entry=610710</guid>
<pubDate>Thu, 10 Nov 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[IMPOSSÍVEL
Disseram-me hoje, assim, ao ver-me triste:
“Parece Sexta-Feira de Paixão.
Sempre a cismar, cismar, d’olhos no chão,
Sempre a pensar na dor que não existe...

O que é que tem?! Tão nova e sempre triste!
Faça por ‘star contente! Pois então?!...”
Quando se sofre o que se diz é vão...
Meu coração, tudo, calado ouviste...

Os meus males ninguém mos advinha...
A minha Dor não fala, anda sozinha...
Disseste ela o que sente! Ai quem me dera!...

Os males d’Anto toda a gente os sabe!
Os meus... ninguém... A minha Dor não cabe
Nos cem milhões de versos que eu fizera!...

  FLORBELA ESPANCA]]></description>
<guid isPermaLink="true">http://wagnermoloch.fotopages.com/?entry=534512</guid>
<pubDate>Thu, 25 Aug 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[  Então ao Oniponente, em 17 de agosto, aprouve mostrar-nos uma nova praia, ao largo da qual ancoramos à  légua e meia de distância e em seguida desembarcamos em alguns de nossos botes para ver se era habitada.
  Descobrimos que a habitavam muitos nativos, piores que animais, como Vossa Majestade adiante verá.Mas, no início do desembarque, não notamos gente alguma, embora por inúmeros sinais soubéssemos que muitas pessoas ocupavam a orla. Tomamos posse da terra em nome do sereníssimo rei de Castela e a achamos muito amena, verde e de boa aparência. E stá a cinco graus fora da linha equinocial para o austro. No mesmo dia, tornamos aos navios. Padecendo de falta de lenha e água, concordamos em voltar àquela terra para proverr-nos do que era necessário e, estando a deliberar, vimos no cume de um monte pessoas que não ousavam descer: estavam todos nus e eram semelhantes, no rosto e na cor, aos povos já mencionados.
  Fizemos todo esforço para que descessem e viessem tratar conosco, mas não logramos torná-los seguros a ponto de não desconfiar de nós. Conhecida essa obstinação e insolência, ao cair da noite voltamos aos navios, deixando em terra, visíveis, alguns guizos e espelhos e outros objetos. Quando viram que nos afastávamos, dando uns aos outros mostras de adimiração. Na ocasião, não nos provemos de nada a não ser de água.
  
  Na manhã seguinte, dos navios vimos número maior ainda de pessoas que faziam, em vários locais, fogueiras e fumaça. Concluindo que com aquilo nos convidavam para ir até lá, desembarcamos em terra, onde vimos que havia chegado imensa quantidade de pessoas, que, porém, se mantinham bem distantes de nós, fazendo entrementes alguns sinais para que com eles adentrássemos a terra. Diante disso, dois de nossos cristãos imediatamente se dispuseram a enfrentar esse risco para descobrir que gentes eram e que riquezas ou espécies aromáticas possuíam, e insistiram tanto ao capitão da frota que ele anuiu ao que pediam. Eles, então, preparando-se para pôr em prática o que pretendiam, tomaram de seus pertences vários objetos pequenos com que pudessem adquirir os daquela gente e despediram-se de nós com ordem de voltar no máximo em cinco dias, que era o tempo que havíamos de esperá-los. E assim tomaram seu caminho terra adentro enquanto regressamos às naus, onde permanecemos a esperá-los por seis dias, durante os quais quase diariamnete novas gentes vinham à praia, mas nunca quiseram falar conosco.
  No sétimo dia, dirigindo-nos outra vez à terra firme, percebemos que aquela gente trouxe consigo as mulhres. Assim que chegamos, logo enviaram muitas esposas para falar conosco, embora não estivessem inteiramente seguras a nosso respeito. Percebendo-o, concordamos em enviar até elas um de nossos jovens, que era valente e ágil, e para torná-lasmenos temerosas, entramos nos navios. Assim que desembarcou, misturou-se entre elas, que circundando-o, tocavam-no e apalpavam-no, maravilhadas por ele: eis que do monte vem uma mulher portando uma grande estaca, aproxima-se do jovem e , pelas costas, deu-lhe tamanho golpe com a estaca que, imediatamente, ele caiu morto ao chão. Num instante, outra mulheres o pegaram e pelos pés arrastaram-no ao monte.
   
  Os homens que alí estavam, descendo à praia com arcos e flechas, puseram-se a disparar e infligiram tal terror em nossa gente --- os batéis em que estavam resvalavam na areia ao navegar, não podendo fugir com rapidez---, que ninguém então se lembrou de pegar em armas, de modo que muitas flechas eles dispararam até que desferimos quatro tiros de bombarda sem atingir ninguém. Ao ouvir o estrondo, todos em fuga correram de volta ao monte onde estavam as mulheres a esquartejar o jovem que haviam matado, enquanto nós olhávamos em vão, mas não era em vão que nos mostravam os pedaços que, assando num grande fogo que tinham aceso, depois comiam: também os homens, fazendo-nos sinais semelhantes, davam a entender que haviam matado e assim comido outros dois cristãos nossos, e exatamente por isso acreditamos que falavam a verdade. Esse ultraje ofendeu-nos a fundo, pois vimos com nossos próprios olhos a profanação com que trataram o morto. Por isso, mais de 40 de nossos homens tomaram a deliberação de descer todos em terra firme e impetuosamente atacá-los para tirar vingança de ação tão desumana, de ferocidade tão bestial. Mas o capitão da frota não permitiu e , assim agindo nosso comandante, apesar de termos sofrido injúria tão grande e tão grave, contra nossa vontade e com grande desonra, partimos dalí, sem puní-los.
   EXTRAÍDO DO LIVRO '' NOVO MUNDO'' AS CARTAS QUE BATIZARAM A AMÉRICA, DE AMÉRICO VESPÚCIO, ED. PLANETA
  
   CURIOSO NÃO ?!, ALÉM DE QUEREREM INVADIR, ESCRAVIZAR E ESTUPRAR... SE ACHAM COM MORAL DE ESTAREM CERTOS DE SUAS  AÇÕES. PENA NÃO TERMOS REAÇÕES DESSE TIPO  HOJE. SE QUISEREM MANTER O SEU LAR INTACTO DE INVASORES, QUE MELHOR FORMA PARA AGIR SENÃO ESSA?]]></description>
<guid isPermaLink="true">http://wagnermoloch.fotopages.com/?entry=521412</guid>
<pubDate>Thu, 11 Aug 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[   A SEQUÊNCIA DO DIA ANTERIOR.]]></description>
<guid isPermaLink="true">http://wagnermoloch.fotopages.com/?entry=513840</guid>
<pubDate>Thu, 04 Aug 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[  FEITAS NA MANHÃ DE 02 AGOSTO DE 2005.]]></description>
<guid isPermaLink="true">http://wagnermoloch.fotopages.com/?entry=512771</guid>
<pubDate>Wed, 03 Aug 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[                         CASO REAL.]]></title>
<description><![CDATA[    LEMBRAM-SE DA LENDA DO BONECO FOFÃO? QUE VINHA UMA PEQUENA FACA DENTRO DELE, QUE ELE ATACAVA AS CRIANÇAS QUE O ABRAÇAVAM FORTE DEMAIS, TODA ESSA BABOSEIRA? MAS NÃO É BABOSEIRA NÃO, AS FOTO AQUÍ MOSTRADAS FORAM FEITAS POR MIM. O PEQUENO PUNHAL EM MINHA MÃO, FOI RETIRADO DE DENTRO DE UM DESSES BONECOS, DO MEU MAIS ESPECÍFICAMENTE. FUI AGRACIADO COM UM DOS 666 PUNHAIS COLOCADOS DENTRO DESTE MALDITO BONECO.
    MENTIRA?
    COMPROVEM VOCÊS MESMOS NESTAS FOTOS SURPREENDENTES.]]></description>
<guid isPermaLink="true">http://wagnermoloch.fotopages.com/?entry=500558</guid>
<pubDate>Thu, 21 Jul 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
</channel>
</rss>
